é o ar do Piolho, depois da nova lei. Não é uma grande lei, mas para já parece que funciona na maior parte dos casos - resta-me ver o Contagiarte... mas se no café mais universitário e piolhoso do Porto consigo ver até ao fundo da sala sem camadas de fumo pelo meio, já é uma vitória.
Já agora, o princípio desta lei não é menos liberal, é mais. Porque o liberalismo também tem aquela parte da defesa do Estado de Direito, e poder estar num espaço público sem fumo faz parte disso. A "liberdade de escolha" é que é uma treta - ou mudam todos ou não muda nenhum. E também não quero o Estado a impôr-me um estilo de vida saudável ou não. Só quero que não me chateiem com o fumo, e isso, salvo algumas excepções, aconteceu a partir de dia 1. Vá lá, não é só desgraças.
7 de janeiro de 2008
transparente
posto pelo Alexandre às 13:50
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2 comentários:
OK, é desta que eu nao volto! ;)
Bom, eu sou não-fumador e não sinto necessidade de ser fundamentalista nesta questão. Se a obrigatoriedade de não fumar nos restaurantes é mais do que razoável, nos bares e discotecas parece-me discutível...o piolho sem fumo é o mesmo que coca-cola sem açúcar e/ou cafeína; francesinha sem molho; cerveja sem álcool; picanha sem gordura; gore sem sangue e hardcore sem sexo; Simpsons sem o Homer;...
Bolas, caminhamos cada vez mais para uma sociedade de mariquinhas!
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